Se a dor “vai e volta” (mesmo após massagens, remédios ou fisio genérica), você provavelmente está preso(a) num padrão de movimento — não só num “ponto dolorido”. Aqui você faz uma avaliação funcional e sai com um caminho claro.
Você não quer “tentar mais uma coisa”. Você quer entender por que volta e o que muda de verdade.
Dor ou travamento que melhora, mas retorna em dias/semanas — especialmente com rotina de trabalho e treino.
Tensão cervical, dor no trapézio, rigidez, pontadas, ou dor que “puxa” para ombro/braço.
Você já investigou, não apareceu “nada grave”, mas o corpo segue travado — típico de disfunção funcional.
Antes de qualquer intervenção, eu avalio padrões de movimento, controle motor e compensações. O objetivo é achar o mecanismo por trás da dor — e não só “soltar” o local que dói.
Histórico, gatilhos, rotina (trabalho/treino/sono) e sinais clínicos relevantes.
Testes funcionais e, quando necessário, análise em vídeo com Spark Motion para ver padrões em tempo real.
Você sai com um plano objetivo: o que fazer agora, o que evitar e como progredir com segurança.
Trabalho com uma linha de raciocínio chamada Reabilitação Funcional Neuro-Ortopédica (FNOR): integração de ajuste de precisão, controle motor e estímulos sensório-motores para reorganizar padrões.
Não é “mágica”. É precisão + progressão. Menos tentativa e erro.
Quem quer entender o corpo e seguir um plano. Não é “um ajuste para se sentir melhor e acabou...”.
Pescoço e escápula travando por sobrecarga e padrão postural repetitivo.
Ombro/pescoço reclamando por compensações de base, core e controle motor.
Quando não é “uma lesão aguda grave”, mas um corpo preso num padrão que se repete.
Você sai com clareza: o que está acontecendo, o que muda e qual a melhor rota para melhorar com segurança.