Avaliação funcional – pescoço e parte superior das costas | Dr. Cristiano Pires
Itaim Bibi • ABQ nº 745

Dor no pescoço, trapézio ou entre as escápulas que não passa?

Se a dor “vai e volta” (mesmo após massagens, remédios ou fisio genérica), você provavelmente está preso(a) num padrão de movimento — não só num “ponto dolorido”. Aqui você faz uma avaliação funcional e sai com um caminho claro.

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Quando vale a pena

Isso costuma funcionar muito bem quando:

Você não quer “tentar mais uma coisa”. Você quer entender por que volta e o que muda de verdade.

Recorrente

Dor ou travamento que melhora, mas retorna em dias/semanas — especialmente com rotina de trabalho e treino.

Irradiação / tensão

Tensão cervical, dor no trapézio, rigidez, pontadas, ou dor que “puxa” para ombro/braço.

Exames “normais”

Você já investigou, não apareceu “nada grave”, mas o corpo segue travado — típico de disfunção funcional.

Resumindo: muitas dores “aqui em cima” são consequência de como seu corpo se organiza “lá embaixo” (apoio, base, controle motor).
Como funciona

Avaliação funcional e plano claro

Antes de qualquer intervenção, eu avalio padrões de movimento, controle motor e compensações. O objetivo é achar o mecanismo por trás da dor — e não só “soltar” o local que dói.

1

Entender o caso

Histórico, gatilhos, rotina (trabalho/treino/sono) e sinais clínicos relevantes.

2

Testar e medir

Testes funcionais e, quando necessário, análise em vídeo com Spark Motion para ver padrões em tempo real.

3

Direcionar

Você sai com um plano objetivo: o que fazer agora, o que evitar e como progredir com segurança.

Dr. Cristiano Pires
Quiropraxia • Itaim Bibi

Trabalho com uma linha de raciocínio chamada Reabilitação Funcional Neuro-Ortopédica (FNOR): integração de ajuste de precisão, controle motor e estímulos sensório-motores para reorganizar padrões.

ABQ
nº 745
SP
Itaim Bibi
Part.
sem convênio
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Dica: diga há quanto tempo sente a dor e onde ela aparece.
Diferença prática

Por que essa abordagem costuma ter melhores resultados...

Não é “mágica”. É precisão + progressão. Menos tentativa e erro.

Abordagem comum
  • foca só no local da dor
  • alívio rápido, pouca sustentação
  • plano genérico
Avaliação funcional (FNOR)
  • acha o padrão que mantém a dor
  • intervenção + exercícios específicos
  • progressão mensurável
Para quem é

Quem costuma ter os melhores resultados

Quem quer entender o corpo e seguir um plano. Não é “um ajuste para se sentir melhor e acabou...”.

Profissionais que trabalham sentados

Pescoço e escápula travando por sobrecarga e padrão postural repetitivo.

Quem treina

Ombro/pescoço reclamando por compensações de base, core e controle motor.

Dor crônica funcional

Quando não é “uma lesão aguda grave”, mas um corpo preso num padrão que se repete.

Importante: se sua dor começou hoje/ontem com piora rápida, febre, perda de força importante ou sintomas neurológicos progressivos, procure avaliação médica imediata.
Próximo passo

Agende sua avaliação funcional

Você sai com clareza: o que está acontecendo, o que muda e qual a melhor rota para melhorar com segurança.

✓ Direção clara
✓ Intervenção precisa
✓ Progressão mensurável
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